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# DESAFIO HITCHCOCK

ESTREOU EM 11/07/2020

Uma fanfic inspirada no texto “ROPE”, de Patrick Hamilton
roteiro adaptado por ALEXANDRE PONTARA
direção geral de ANDRÉ WARWAR
TEMPORADA ENCERRADA
DE 11/07 A 29/08
HORÁRIO 22H30
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 "O que prometia ser um centauro – meio peça, meio filme – revela-se uma hidra de sete cabeças: é Ágora, é Hollywood, é Rio de Janeiro, é Brian De Palma, é Domingos Oliveira, é videoinstalação, é poema processo. É tanta coisa… das boas." [1]

Rodrigo Fonseca - crítico de cinema - O Estadão - 30/08/2020

Um experimento social no isolamento, um novo formato de linguagem que dialoga com o teatro, as lives, o reality e o audiovisual. Teatro Livestream? Live novela? Filme ao vivo? Cinema Digital? Espetáculo online? Tudo isso junto e misturado?

 

Desafio Hitchcock é mais do que um espetáculo online. É uma resposta dos artistas ao confinamento em meio à pandemia. Uma reinvenção da arte de atuar. Uma nova vanguarda nas artes.

 

O desafio começa na criação de um novo modelo de interpretação e linguagem proposta pelo diretor André Warwar, diretor geral e idealizador do projeto. Uma forma diferente de levar dramaturgia e espetáculo de qualidade ao maior número de pessoas.

O # DESAFIO HITCHCOCK é uma experiência imersiva, ao vivo, em tempo real, inspirada no argumento original do texto “Rope”, de Patrick Hamilton, e que gerou o filme “Festim Diabólico”, de Alfred Hitchcock. A partir da premissa inicial do argumento, tudo foi transposto para uma São Paulo dos dias de hoje, com seus influencers, sua gente descolada, suas redes sociais, suas lives, stories e transmissões em tempo real, e com o foco em uma elite que transita pelos bairros de Moema, Jardins, Pacaembu e Higienópolis. Todo o processo de criação, ensaios, direção e produção foram feitos online, sem contato entre os membros da equipe.

A partir do roteiro adaptado por Alexandre Pontara e com a direção brilhante de André Warwar, a experiência imersiva, em tempo real, arrebata a todos que assistem o espetáculo.

 

Em cena, 7 atores, cada um em sua casa, com suas câmeras ligadas (seus celulares pessoais), contracenando, virtualmente, e transmitindo suas imagens para o diretor André Warwar, que as recepciona, seleciona os enquadramentos, e transmite, ao vivo, através do  YOUTUBE, sua proposta audiovisual.

Para quem assiste, a ilusão e a certeza de que os personagens estão todos no mesmo ambiente, na mesma sala de um apartamento. O diretor opera ainda, ao vivo, as costuras cênicas, a trilha e os efeitos sonoros. O resultado? Uma obra-prima para os novos tempos. 

 

O espetáculo é um desafio em todos os sentidos. Do isolamento de suas casas, cada ator opera sua câmera, faz a iluminação, prepara o cenário e os objetos cênicos, se aquece e se entrega a uma experiência imersiva, em que o principal sentido do ator é a audição. Em seu isolamento, o ator contracena com as paredes de sua casa, mas com a plena certeza de que os outros personagens estão ali. Durante o espetáculo, a vivência do personagem se constrói pela narrativa proposta pela direção precisa de André Warwar, que tudo orquestra, ao vivo, e orienta os atores em um backstage virtual. Câmeras, enquadramentos, olhares e interlocuções se constroem ao vivo.

 

Uma experiência única no mundo. Um formato inovador jamais experimentado anteriormente.

PERSONAGENS

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A TRAMA

“O casal formado pelo jovem escritor Brenno (Renato Krueger) e por seu namorado Leandro (Pedro Says) decide realizar uma festa no apartamento onde moram, em Moema, São Paulo, em meio à pandemia do COVID-19. Essa reunião de pessoas tem objetivos sombrios e até certo ponto inexplicáveis, já que ocorre no mesmo ambiente de um baú com um conteúdo misterioso. Nenhum dos convidados sabe o que há de fato dentro dele, mas Rômulo (Alexandre Pontara), um psicanalista forense e escritor de romances policiais, começa a perceber que o baú pode guardar um terrível segredo. Uma reunião definida como um experimento social no isolamento, carregada de segredos, mistérios e pela obsessão de Brenno por Hitchcock e baús."
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UM ESPETÁCULO QUE DIALOGA COM AS REDES

O diretor André Warwar durante a transmissão do espetáculo.

UMA CONSTRUÇÃO DIEGÉTICA

Desafio Hitchcock é um dos mais experimentais espetáculos da atualidade, um híbrido de linguagens que dialoga com o teatro, o cinema, as lives, o reality, a interatividade e as redes sociais. Um novo modelo de interpretação, único no mundo. Cada ator na sua casa, mas os personagens todos no mesmo lugar.
Todo desenvolvido durante os primeiros meses da pandemia do COVID-9, o espetáculo une profissionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. André Warwar assina a direção e pilota da sua casa, da sua ilha de edição, essa espetáculo interativo, em que os atores transmitem as imagens da cena através dos seus smartphones, diretamente para o diretor, em tempo real, ao vivo, que as recebe e escolhe o que vai ar na hora. O diretor, ainda, cria a trilha sonora ao vivo, dá instruções no backstage virtual e, dirige os atores em tempo real propondo novos elementos para os atores num grande improviso cênico, muitos deles vindos das interações do público no chat da transmissão.
 
O roteiro de Alexandre Pontara, costura, amarra e expõe as contradições, sombras, preconceitos e incoerências de uma sociedade midiática, ainda presa aos conceitos de nomes, sobrenomes e direito de nascença. A discussão dessa interlocuções sobre o mundo contemporâneo tão presente em Desafio Hitchcock, começou a ser explorado pelo artista no projeto transmídia Poética em Transe, uma leitura contemporânea sobre a superexposição online e os julgamentos em rede de uma sociedade conectada e midiática.
 
A Direção de Fotografia, feita brilhantemente por Roberto Amadeo, foi um outro desafio para esse projeto: uniformizar a iluminação de 7 apartamentos diferentes de forma a parecer que se trata de um único ambiente.
 
A criação do espaço diegético contou com a Direção de Willians Dias em parceria com a Direção de Arte de Ellen Rambo, que a partir das fotos do apartamento dos atores, criou uma planta baixa virtual desse apartamento imaginário no Bairro de Moema.
 
A identidade visual do espetáculo agregou elementos visuais da linguagem pixelada presente nas obras visuais do artista Alexandre Pontara. A partir daí, a Direção de Arte de Ellen Rambo incorporou ao ambiente diegético 4 obras do artista, distribuídas pelo apartamento virtual: GIRASSÓIS I, GIRASSÓIS III, GIRASSÓIS IV e SOLITUDE.

FICHA TÉCNICA

UMA FANFIC INSPIRADA NO TEXTO "ROPE", DE PATRICK HAMILTON

ROTEIRO ADAPTADO – ALEXANDRE PONTARA

 

Direção de Elenco de Thiago Greco

Direção Diegética Willians Dias

Assistência de Direção – Priscila Franzoi

Direção de Arte - Ellen Rambo

Direção de Fotografia – Roberto Amadeo

Marketing e Divulgação – Thiago Mello e Pedro Says

Assessoria de imprensa – Braun Comunicação integrada

Programação Visual - Alexandre Pontara

Assistência de Produção – La Quica

Produção - Núcleo TG

Idealização: André Warwar

DIREÇÃO  GERAL

ANDRÉ WARWAR

 

 

elenco

RENATO KRUEGER, PEDRO SAYS, ALEXANDRE PONTARA, LA QUICA, ELLEN RAMBO, GABRIEL MAXIMO E MARCELO PIO

COLETIVO

DIEGESE ROMPIDA

Coletivo de atores, artistas, cineastas, escritores, fotógrafos, criadores, pensadores, criativos, imagéticos, podcasters, poetas, videomakers e todxs outrxs mais.

Capitaneado por André Warwar, Angai Vellozo, Thiago Greco e Wilians Dias.

ANDRÉ WARWAR

André Warwar é um diretor de cinema, podcaster e palestrante brasileiro. Formado em Cinema, dirigiu, em 2011, o primeiro filme brasileiro exibido na resolução 4k, o curta-metragem Retrato Falhado. O seu filme de estreia, o curta A Truta, foi escolhido um dos 10 melhores filmes pelo público no 11º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo de 2000. Em 2017, lançou seu primeiro longa-metragem como diretor, O Crime da Gávea. Em 2018, lançou o podcast de humor "Matriz de Risco", cujo slogan é "muito de tudo e tudo de muito pouco", ao lado de André Braun. De 2004 a 2014, atuou como diretor de imagens especializado em Dramaturgia. Em 2020, lança o livro “A Primeira Luz das Janelas”, um livro de contos que veleja por suas memórias de infância, juventude e vida adulta. Em 2020, também se lançou na criação de um modelo pioneiro e inovador de formato, linguagem e interpretação que engloba teatro, cinema, tv, audiovisual, reality e streaming e que culminou no espetáculo online “Desafio Hitchcock”, primeira experiência imersiva no gênero do mundo.

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+ SOBRE O DESAFIO

Bio

Alexandre Pontara, ou apenasumalexandre como ele costuma assinar, é artista visual, escritor multiplataforma, poeta, ator, diretor teatral e mais um bocado de outras coisas.

Em 2020, em meio a pandemia do coronavírus, assina o roteiro do espetáculo online "Desafio Hitchcock", um formato inovador em linguagem, único no mundo, idealizado pelo diretor André Warwar. Nesse espetáculo, com cortes ao vivo e linguagem que transita pelo teatro, cinema, tv e reality, 7 atores em cena, cada um em sua casa, atuam e transmitem, em tempo real, suas imagens para o diretor, que corta e monta ao vivo. O público tem a ilusão e certeza de que estão todos num mesmo ambiente. Uma experiência imersiva, ao vivo, em tempo real.

Também, em 2020, assina o projeto visual "Entre 4 Paredes", onde através de estímulos fotográficos de artistas e amigos em seu isolamento social, cria releituras em arte visual, com uma potência artística e linkada aos temas atuais.

Entre 2018 e 2020, lançou o manifesto transmídia Poética em Transe, em que artistas das mais variadas vertentes dão voz a contemporaneidade da sua poesia e dialogam com os incômodos de uma sociedade midiática. Foi um dos produtores da 1ª edição do Festival Audiovisual FICA.VC, em 2017 no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2011, foi crítico teatral do Guia da Semana.

Como diretor teatral, o foco de sua pesquisa está no trabalho investigativo sobre a interferência da linguagem audiovisual no espaço cênico.

A Cidade das Mariposas, encenada em 2011, marca sua estreia como dramaturgo e diretor teatral. Em 2013, adaptou e dirigiu Fausto Zero de Goethe e assinou a Direção Artística da Ocupação Primus Arte Movimento do Teatro Glauce Rocha no Rio de Janeiro.

Além de Cidade das Mariposas, é autor dos textos teatrais O Mastim, Doze Horas para o Fim do Mundo, O Processo Blake, Entre Irmãos, As Últimas Horas e Man Machine 2.0, das antologias poéticas “Poemas Mundanos”, “Poesia Urbana” e “Sombras” e do roteiro de cinema “Doze horas para o Fim do Mundo”.

Alexandre Pontara

Artista visual, poeta de mídias interativas, escritor multiplataforma e uma mente digital.

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