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UM MANIFESTO PARA FALAR SOBRE O NOSSO TEMPO

16 ARTISTAS, 16 POEMAS,
16 PROPOSTAS AUDIOVISUAIS
Os manifestos de José Araújo, Claudia Wer, Karla Dalvi, Christovam De Chevalier, Pablo Falcão, Alexandre Pontara, Romero Ferro, Gigante Leo, Camilla Amado, Ângela Molinari, Ramon Nunes Mello, Sueli Guerra, Sheislane Hayalla, Antonio Breves, Ramon Italo e Gabriela Loran estão no ar.

confira!​

OS ARTISTAS

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16 artistas unem suas vozes para esse manifesto

depoimentos

"Eu vejo muito as pessoas culpando umas às outras, culpando os políticos, culpando a má gestão de alguma coisa e, na verdade, existe um buraco muito maior, interno. Um buraco humano mesmo. Hoje com tudo o que a gente tem a nossa volta, com as facilidades que a gente tem, a gente tendencia um pouco a não se enxergar, não enxergar como deveríamos enxergar o outro e acaba criando esse caos que a gente está vivendo."

 

—  Romero Ferro, músico

 

A PALAVRA É O GRITO.

 

O ARTISTA,  O CATALIZADOR DESSE GRITO.

 

A IMAGEM É POESIA E MANIFESTO!

O MANIFESTO

"Um manifesto artístico transmídia, dividido em duas fases, que nasce como uma proposta de ação coletiva sobre o transe social em que vivemos."

Assim pode ser definido o Poética em Transe.

O Manifesto surgiu da inquietação do artista Alexandre Pontara  com a velocidade e o vazio dos tempos atuais.

 

"Nunca estivemos tão próximos e conectados aos outros como agora e, também,  nunca nos sentimos tão vazios e solitários como nos dias de hoje."

 

Dessa inquietação, surgiram 16 poemas que espelham o olhar do artista sobre a forma como ele encara a contemporaneidade.​

 
AQUECIMENTO GLOBAL, REDES SOCIAIS, CORRUPÇÃO, VAZIO, SOLIDÃO, DIVERSIDADE, GÊNERO E OUTROS TEMAS ATUAIS

 

são o ponto de partida para a criação de uma proposta transpoética.

Nessa primeira fase, o Rio de Janeiro foi eleito como ponto de partida para o Manifesto.

 

16 artistas, das mais variadas vertentes culturais, foram convidados a dar voz aos poemas e falar um pouco sobre a forma como se relacionam com o mundo contemporâneo.

 

UMA PROVOCAÇÃO POÉTICA PARA UM EXPERIMENTO AUDIOVISUAL

 

A partir do incômodo inicial da poesia, os artistas trouxeram suas leituras e formas de ver o mundo, transformando a poética em um grandeexperimento audiovisual, em que a força da palavra, a interpretação do artista e as imagens do cotidiano das cidades atuam como um grito e um alerta sobre esse transe coletivo que vivemos.

As filmagens, realizadas em abril de 2018, no Centro Cultural Olho da Rua, trazem um tom documental e traçam um paralelo sobre a forma como estamos lendo o cotidiano, nos relacionando com o mundo contemporâneo e lidando com a tecnologia e as mudanças políticas, sociais e culturais.

 

Confira os manifestos que já estão no ar!

NO AR!

Manifesto de Abertura  por Alexandre Pontara

 
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