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O Ator Metafísico

SOBRE O MÉTODO:

O Ator Metafísico é uma oficina para atores baseado no método de construção de personagem criado por Alexandre Pontara. O método consiste na liberação da energia criadora, o Primus como uma essência genética, uma memória no DNA presente em todo o ser humano.

 

O processo é dividido em 3 etapas:

 

Consciência Genética – onde através de uma série de exercícios se procura despertar no ator os elementos psicológicos necessários a personagem. A criação da essência, do caráter, da forma como ele desperta para o mundo.

Consciência Corporal – a criação do corpo baseado na consciência genética despertada. O pensamento do personagem é a válvula que possibilita a ação posterior. O andar, o falar, o agir e interagir.

 

Consciência Cênica – através de um estímulo de ações externas, inserir o ator no ambiente do espetáculo lhe proporcionando os elementos que permeiam sua ação.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

 

Teoria

- A energia criadora do ator e sua essência;

- Ator x personagem;

- Memória genética - metodologia da consciência mental;

- Exercitando o subconsciente;

- Liberando a memória existente;

- O corpo como ferramenta da percepção;

- A gestação da personagem;

- O processo de reconhecimento do mundo físico - inserção do personagem no ambiente.

Prática

- Exercícios de mentalização e liberação da memória genética;

- A importância do reconhecimento dos arquétipos;

- Como trabalhar com animais de poder;

- Exercício do equilíbrio emocional - o ator e o personagem.

Bio

Alexandre Pontara, ou apenasumalexandre como ele costuma assinar, é artista visual, escritor multiplataforma, poeta, ator, diretor teatral e mais um bocado de outras coisas.

Em 2020, em meio a pandemia do coronavírus, assina o roteiro do espetáculo online "Desafio Hitchcock", um formato inovador em linguagem, único no mundo, idealizado pelo diretor André Warwar. Nesse espetáculo, com cortes ao vivo e linguagem que transita pelo teatro, cinema, tv e reality, 7 atores em cena, cada um em sua casa, atuam e transmitem, em tempo real, suas imagens para o diretor, que corta e monta ao vivo. O público tem a ilusão e certeza de que estão todos num mesmo ambiente. Uma experiência imersiva, ao vivo, em tempo real.

Também, em 2020, assina o projeto visual "Entre 4 Paredes", onde através de estímulos fotográficos de artistas e amigos em seu isolamento social, cria releituras em arte visual, com uma potência artística e linkada aos temas contemporâneos. O projeto se transformou em uma exposição na Linha de Cultura do Metrô SP em 2021.

Entre 2018 e 2020, lançou o manifesto transmídia Poética em Transe, em que artistas das mais variadas vertentes dão voz a contemporaneidade da sua poesia e dialogam com os incômodos de uma sociedade midiática. Foi um dos produtores da 1ª edição do Festival Audiovisual FICA.VC, em 2017 no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2011, foi crítico teatral do Guia da Semana.

Como diretor teatral, o foco de sua pesquisa está no trabalho investigativo sobre a interferência da linguagem audiovisual no espaço cênico.

A Cidade das Mariposas, encenada em 2011, marca sua estreia como dramaturgo e diretor teatral. Em 2013, adaptou e dirigiu Fausto Zero de Goethe e assinou a Direção Artística da Ocupação Primus Arte Movimento do Teatro Glauce Rocha no Rio de Janeiro.

Além de Cidade das Mariposas, é autor dos textos teatrais O Mastim, Doze Horas para o Fim do Mundo, O Processo Blake, Entre Irmãos, As Últimas Horas e Man Machine 2.0, das antologias poéticas “Poemas Mundanos”, “Poesia Urbana” e “Sombras” e do roteiro de cinema “Doze horas para o Fim do Mundo”.

Alexandre Pontara

Artista visual, ator, diretor, poeta de mídias interativas, escritor multiplataforma e uma mente digital.

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