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Em tempos em que o isolamento social nos leva a reflexão do nosso cotidiano, de nossas ações e da forma como lidamos com o mundo contemporâneo, a arte segue se propondo ao questionamento do tempo, do humano no espaço urbano e do estreitamento das relações em tempos de emergência. O isolamento social, proposto durante o ano de 2020, abriu uma série de possibilidades de exploração da arte no confinamento e fez com que artistas passassem a olhar para o entorno de suas casas e apartamentos com um olhar mais crítico. E, através, dos limites impostos pelo coronavírus, buscassem formas de criação, de exploração, de proposição. Da tragédia, o artista reencontra sua força e forma de expressão. A pandemia e o isolamento fez com que eu pensasse como a minha arte pode ser agregadora, criativa e exploratória nesse tempo em que a casa transformou-se em meu espaço cênico, ateliê, estúdio e minha forma de contato com o mundo. E por conta disso, acendeu em mim o desejo de explorar o meu isolamento e o isolamento do outro. E isso repercutiu no nascimento de inúmeros projetos, em especial esse. Entre Quatro Paredes é um projeto de Artes Visuais, que engloba uma série de 40 artes digitais criadas a partir do contato com outros artistas e amigos em confinamento. Cada uma das telas criadas, surge a partir da visão do isolamento do outro, gerando uma reflexão em forma de arte digital.

PROJETO REALIZADO ENTRE OS MESES DE MARÇO E OUTUBRO DE 2020.

TOTAL DE ARTES CRIADAS: 40

ARTES DIGITAIS CRIADAS A PARTIR DOS ESTÍMULOS FOTOGRÁFICOS GERADOS NO ISOLAMENTO SOCIAL POR:

 

Alexandre Pontara, Claudia Wer, Lu Anastacio, Gigante Leo, Felipe Romanetti, Luciano Julio, Sheislane Hayalla, Robson Agra, Bel Picosque, Mitzi Evelyn, Gabriel Maximo, Vandré Silveira, Rafael Edler Durand, Karla Dalvi, Eduardo Gerde, Darwin Demarch, Lola Borges, Thiago Facina, Evandro Santo, Ivam Cabral, Soraya Bastos, André Warwar, Pedro Says, Day Mesquita; Herme Santos, Eva Santos e Dandara Oliveira.

 

CONFIRA AS ARTES QUE COMPÕEM ESSE PROJETO!!!!

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Bio

Alexandre Pontara, ou apenasumalexandre como ele costuma assinar, é artista visual, escritor multiplataforma, poeta, ator, diretor teatral e mais um bocado de outras coisas.

Em 2020, em meio a pandemia do coronavírus, assina o roteiro do espetáculo online "Desafio Hitchcock", um formato inovador em linguagem, único no mundo, idealizado pelo diretor André Warwar. Nesse espetáculo, com cortes ao vivo e linguagem que transita pelo teatro, cinema, tv e reality, 7 atores em cena, cada um em sua casa, atuam e transmitem, em tempo real, suas imagens para o diretor, que corta e monta ao vivo. O público tem a ilusão e certeza de que estão todos num mesmo ambiente. Uma experiência imersiva, ao vivo, em tempo real.

Também, em 2020, assina o projeto visual "Entre 4 Paredes", onde através de estímulos fotográficos de artistas e amigos em seu isolamento social, cria releituras em arte visual, com uma potência artística e linkada aos temas contemporâneos. O projeto se transformou em uma exposição na Linha de Cultura do Metrô SP em 2021.

Entre 2018 e 2020, lançou o manifesto transmídia Poética em Transe, em que artistas das mais variadas vertentes dão voz a contemporaneidade da sua poesia e dialogam com os incômodos de uma sociedade midiática. Foi um dos produtores da 1ª edição do Festival Audiovisual FICA.VC, em 2017 no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2011, foi crítico teatral do Guia da Semana.

Como diretor teatral, o foco de sua pesquisa está no trabalho investigativo sobre a interferência da linguagem audiovisual no espaço cênico.

A Cidade das Mariposas, encenada em 2011, marca sua estreia como dramaturgo e diretor teatral. Em 2013, adaptou e dirigiu Fausto Zero de Goethe e assinou a Direção Artística da Ocupação Primus Arte Movimento do Teatro Glauce Rocha no Rio de Janeiro.

Além de Cidade das Mariposas, é autor dos textos teatrais O Mastim, Doze Horas para o Fim do Mundo, O Processo Blake, Entre Irmãos, As Últimas Horas e Man Machine 2.0, das antologias poéticas “Poemas Mundanos”, “Poesia Urbana” e “Sombras” e do roteiro de cinema “Doze horas para o Fim do Mundo”.

Alexandre Pontara

Artista visual, ator, diretor, poeta de mídias interativas, escritor multiplataforma e uma mente digital.

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