A Cidade das Mariposas

Cidade das Mariposas, primeira montagem da Primus Cia de Atores, estreou em agosto de 2011, no Teatro Maria Clara Machado.

 

Primeira parte da Trilogia Manuscritos do Tempo, escrita por Alexandre Pontara, narra a jornada de dois irmãos gêmeos - Gilo e Golã - em busca de uma cidade feita de luz onde pode se encontrar a cura para todas as deformidades. No meio do caminho, encontram uma trupe grotesca de artistas formada por um falso profeta, uma mulher-barbada, uma mulher-criança e um corcunda que se mostram tão deformados quanto os irmãos.

 

Cidade das Mariposas é um teatro que busca suas raízes no surrealismo e no teatro do absurdo. Após temporada no Maria Clara Machado, o espetáculo reestreou no Teatro Ziembinski e, posteriormente, participou do Festival de Curitiba e abriu a temporada de comemorações dos 40 anos do Teatro Paiol em Curitiba.

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FICHA TÉCNICA

TRILHA SONORA ORIGINAL – GUSTAVO HENRIQUE

 

CENOGRAFIA – LUCIANO JULIO

 

FIGURINO – BELLATRIX SERRA

 

ILUMINAÇÃO – ARI CEGATTO

 

FOTOGRAFIA ARTÍSTICA – CLÁUDIO SENRA

 

- DIREÇÃO DE MOVIMENTO –

CLÁUDIA CRISTAL E LAURA AZULAY

 

- ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO –

CÉSAR JÚNIOR

 

 

- TEXTO E DIREÇÃO –

ALEXANDRE PONTARA

 

 

- 2012 -

André Rosa, Joaz Perez, Marcelo Magano, Fernanda Pimenta, Mariana Martins e Ricardo Galvão. 

 

 - 2011 -  

Marcéu Pierrotti, Karlo Caruso, Alexandre Leal, Mafalda Rodiles, Mariana Martins e Ricardo Galvão

elenco

Bio

Alexandre Pontara, ou apenasumalexandre como ele costuma assinar, é artista visual, escritor multiplataforma, poeta, ator, diretor teatral e mais um bocado de outras coisas.

Em 2020, em meio a pandemia do coronavírus, assina o roteiro do espetáculo online "Desafio Hitchcock", um formato inovador em linguagem, único no mundo, idealizado pelo diretor André Warwar. Nesse espetáculo, com cortes ao vivo e linguagem que transita pelo teatro, cinema, tv e reality, 7 atores em cena, cada um em sua casa, atuam e transmitem, em tempo real, suas imagens para o diretor, que corta e monta ao vivo. O público tem a ilusão e certeza de que estão todos num mesmo ambiente. Uma experiência imersiva, ao vivo, em tempo real.

Também, em 2020, assina o projeto visual "Entre 4 Paredes", onde através de estímulos fotográficos de artistas e amigos em seu isolamento social, cria releituras em arte visual, com uma potência artística e linkada aos temas atuais.

Entre 2018 e 2020, lançou o manifesto transmídia Poética em Transe, em que artistas das mais variadas vertentes dão voz a contemporaneidade da sua poesia e dialogam com os incômodos de uma sociedade midiática. Foi um dos produtores da 1ª edição do Festival Audiovisual FICA.VC, em 2017 no Rio de Janeiro. Entre 2008 e 2011, foi crítico teatral do Guia da Semana.

Como diretor teatral, o foco de sua pesquisa está no trabalho investigativo sobre a interferência da linguagem audiovisual no espaço cênico.

A Cidade das Mariposas, encenada em 2011, marca sua estreia como dramaturgo e diretor teatral. Em 2013, adaptou e dirigiu Fausto Zero de Goethe e assinou a Direção Artística da Ocupação Primus Arte Movimento do Teatro Glauce Rocha no Rio de Janeiro.

Além de Cidade das Mariposas, é autor dos textos teatrais O Mastim, Doze Horas para o Fim do Mundo, O Processo Blake, Entre Irmãos, As Últimas Horas e Man Machine 2.0, das antologias poéticas “Poemas Mundanos”, “Poesia Urbana” e “Sombras” e do roteiro de cinema “Doze horas para o Fim do Mundo”.

Alexandre Pontara

Artista visual, poeta de mídias interativas, escritor multiplataforma e uma mente digital.

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